27 novembro, 2016

Ceará sedia a 13ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social

O futuro da política de inclusão digital; formação dos educadores sociais; cidades digitais; recondicionamento e reciclagem de eletrônicos. Esses são alguns dos temas que serão debatidos na A 13ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social (OID e PS), que começa hoje e prossegue até a próxima quarta-feira, 30, no Sesc Iparana, em Caucaia.

Trata-se de um fórum permanente de debates que tem o objetivo de discutir e oferecer políticas públicas que promovem o acesso às tecnologias digitais no Brasil. A programação da OID e OS conta com mesas plenárias, palestras, oficinas, debates, exposições, telecentro e outras atividades que possibilitam intercâmbio entre pessoas. A expectativa é que a OID conte com a participação de mais de 500 pessoas de todo o País.

O secretário Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), Josbertini Clementino, destaca a importância do evento. Segundo ele, o Ceará é o único Estado que tem uma política pública de inclusão social, com o Cinturão Digital, e isso facilita a interiorização. Observa ainda que no início deste ano foi instalado em Maracanaú, um Centro de Recondicionamento de Computadores (CRC), numa parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia com o Instituto para o Desenvolvimento Tecnológico e Social (Idear), que inclusive é um dos premiados da 13ª edição da Oficina para Inclusão Digital.

Clementino acredita que o evento, que vai contar com a participação de especialistas, autoridades e entidades da sociedade civil que atuam nessa área, deve fomentar outras parcerias, entendimentos e disseminação de conhecimento. Com inscrições gratuitas e direito a certificado de participação, o evento é aberto a todos os interessados que buscam maiores informações ou que desejam aprimorar seus conhecimentos práticos na área.

Além das mesas plenária haverá celebração dos dez anos dos Centros de Recondicionamentos de Computadores (CRCs). Os CRCs, bem como os Programas de Telecentros e a Rede Nacional de Apoio à Inclusão Digital, estão dentre as principais políticas do governo federal ligadas às proposições da OID. Nessa edição da OID, os CRCs premiados serão o Centro Marista de Inclusão Digital (Cmid) – de Porto Alegre –, que é o primeiro CRC criado, e o Idear, de Fortaleza, que é o mais novo CRC.

A cada oficina realizada, é produzido um documento final (síntese de debates) que tem o propósito de dialogar amplamente com a sociedade e com as diferentes esferas de governo. Ao retornar para os estados, é compromisso de cada participante, no ato da inscrição, realizar uma ação para multiplicar os conhecimentos adquiridos.

A OID e PS é um evento que acontece desde 2001 e que completa 13 anos com a edição 2016, no Ceará. A primeira edição da Oficina para Inclusão Digital e Participação Social aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), em maio de 2001. Inicialmente organizada pelo Governo Federal, a OID e PS hoje conta com a coordenação de movimentos sociais, que buscam reunir tanto a sociedade civil quanto empresas públicas e privadas, gestores públicos e pessoas engajadas com ações de inclusão digital.

SERVIÇO

13ª Oficina para Inclusão Digital e Participação Social (OID E PS)
Data: 28 a 30 de novembro
Local: Sesc Iparana
Horário: a partir das 8h30
Inscrições: www.oid.org.br



Ricardinho confirma acerto e retornará ao Ceará para 2017

A "paquera" entre Ricardinho e Ceará teve final feliz. O meia acertou o seu retorno ao Alvinegro de Porangabuçu. A informação foi confirmada pelo jogador em conversa com o Esportes O POVO neste domingo, 27.
"Fechamos. Tudo certo para voltar ao Mais Querido", disse Ricardinho.

Ele tem 30 anos e atuou pelo Vovô entre 2013 e 2015, anotando 26 gols em 150 partidas. Com a camisa alvinegra, ele conquistou um bicampeonato cearense - 2013 e 2014 - e foi campeão da Copa do Nordeste de 2015.

Ricardinho estava sem clube desde o último mês de agosto, quando teve uma lesão no joelho e encerrou sua passagem pelo Al-Ettifaq, da Arábia Saudita.



Cientistas criam bateria de celular que carrega em segundos e dura vários dias

Recarregar os celulares em poucos segundos e menos de uma vez por semana poderá ser realidade no futuro. Isso graças aos novos super condensadores desenvolvidos por especialistas de nanotecnologia, na Universidade da Flórida Central.  As informações são da Agência ANSA.

Os estudiosos desenvolveram dispositivos que são capazes de armazenar rapidamente mais energia que as tradicionais baterias de lítio e sem perder sua estabilidade energética durante mais de 30 mil recargas. Hoje, uma bateria normal começa a perder cada vez mais potência a partir do 18° mês de uso. Em média, isso soma 1,5 mil ciclos com estabilidade intacta.

A pesquisa, publicada na revista especializada “ACS Nano”, reporta que a nova tecnologia poderá ser expandida para os carros elétricos. O segredo da inovação está no uso de baterias bidimensionais. Muitos pesquisadores já haviam tentando usar a técnica no passado, por exemplo, com o grafeno. Mas ninguém tinha conseguido efetivamente alcançar tal potencial.

O grupo norte-americano liderado por Yeonwoon “Eric” Jung ganhou este desafio tecnológico aproveitando um novo enfoque de síntese química, juntamente com super condensadores compostos por milhões de microscópicos fios, revestidos por materiais bidimensionais. Dessa forma, o “coração” dos eletrônicos se torna um alto condutor de energia, e com mais densidade, energia e potência.

No entanto, o maior empecilho atual seria o tamanho dessas baterias, que seriam muito maiores do que as de lítio. “[Esses materiais] ainda não estão sendo comercializados, mas são uma demonstração da comprovação de um importante começo: nossos estudos mostram que terão impactos muito fortes sobre muitas tecnologias”, explicou Jung.



Papa Francisco envia telegrama de pêsames a Raúl Castro

O Papa Francisco enviou um telegrama ao presidente de Cuba, Raúl Castro, lamentando a morte de seu irmão mais velho e líder cubano, Fidel Castro. “Meu sentimento de tristeza para sua excelência e sua família”, escreveu.

Em um sinal de estima pessoal, Francisco assinou o telegrama, quebrando o protocolo do Vaticano de que o Secretário de Estado é quem tradicionalmente envia este tipo de mensagem. Francisco e Castro se encontraram durante uma visita papal a Cuba em setembro de 2015. Fonte: Associated Press.



Hospitais de onze estados já podem emitir certidão de óbito

Seguindo proposta elaborada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), hospitais de onze unidades da federação já podem emitir certidão de óbito. A medida torna mais fácil a obtenção do documento que, até então, só era emitido por cartórios.

De acordo com as novas regras, o registro pode ser feito por postos cartoriais instalados tanto em hospitais públicos como privados. A expectativa é que a medida, além de desburocratizar o processo para a obtenção do documento, contribua para o combate a fraudes que são feitas a partir do uso do nome de pessoas que já morreram.

O serviço já está disponível em unidades de saúde do Rio de Janeiro, Goiás, Acre, Pará, Bahia, Ceará, Ceará, Roraima, Minas Gerais, Santa Catarina e Distrito Federal.

Segundo o CNJ, o registro de óbito deve ser feito de imediato, antes do sepultamento. A emissão do documento é gratuita.



Os detentos da Penitenciária Industrial e Regional do Cariri (Pirc), das vivências 1 e 6, realizaram na noite de sábado uma rebelião. Eles queimaram colchões e tentaram iniciar uma briga mas não lograram êxito. Ninguém saiu ferido e não houve fugas.



A direção do presídio chamou reforço e cerca de 50 homens chegaram ao local e controlaram a rebelião na vivência 6 e impediu que os detentos da vivência 1 iniciassem uma.

De acordo com informações de Policiais,  os presidiários da vivência 1 tentaram invadir a 6, onde estariam seus desafetos, mas não conseguiram obter êxito. Após seis horas a situação foi controlada. Houve contagem de presos, revista e a transferência de 100 detentos  para outras penitenciárias de Juazeiro do Norte e Crato.

A Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus) confirmou o motim, mas não deu mais informações sobre o ocorrido.



Grupos que pediram o impeachment de Dilma, ensaiam o ‘Fora, Temer’

Menos de três meses após o impeachment de Dilma Rousseff, grupos responsáveis pelas manifestações de rua ameaçam agora pedir a saída de Michel Temer caso ele sancione um eventual projeto de anistia ao caixa 2. Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Nas Ruas acusam o Planalto de condescendência com parlamentares que tentam descaracterizar o pacote anticorrupção em discussão na Câmara.

Os grupos se reunirão em um protesto pela primeira vez desde a destituição da petista no próximo dia 4, na Avenida Paulista, e o tema principal é o combate a uma eventual anistia.

O desgaste de Temer foi ampliado após as denúncias feitas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero, que levaram à queda de Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo. Principal articulador político do presidente, Geddel foi acusado de pressionar o colega para liberar a construção de uma obra em Salvador embargada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

“A nossa palavra de ordem vai depender de como Temer agir. Se passar na Câmara a anistia e ela for sancionada, vamos então pedir o ‘Fora, Temer’”, disse Carla Zambelli, líder dos Nas Ruas e uma das porta-vozes do Convergência, que reúne 40 movimentos em diferentes Estados.

Após a repercussão negativa da articulação na Câmara, aliados de Temer passaram a divulgar que o presidente vetará qualquer proposta de anistia que chegue ao Palácio do Planalto. Até então o presidente vinha dizendo que respeita decisões do Congresso e chegou a sinalizar, em entrevista, que sancionaria o texto.

O Vem Pra Rua lançou nas redes sociais a hashtag #vetatemer e se aproximou do PSOL, partido de esquerda que combateu o impeachment de Dilma. “Vamos apoiar fortemente ações como a do deputado Ivan Valente, do PSOL, que está pressionando para que a votação seja nominal. Estamos abertos para conversar com qualquer partido alinhado com a nossa causa. Por isso vamos parabenizá-lo”, disse Rogério Chequer, porta-voz do grupo.

Reduto de políticos tucanos e da antiga oposição, o Vem Pra Rua tem sido enfático. “Não vi o Temer se posicionar contra isso (anistia ao caixa 2). Gostaria de ouvir. Estamos de olho no Temer e no (deputado) André Moura (PSC-SE, líder do governo na Câmara). Estamos juntando evidências”, afirmou Chequer.

Segundo o ativista, o presidente terá uma dura decisão nas mãos. “Temer vai ter que escolher se é à favor dos políticos corruptos ou está ao lado da sociedade”.

Além do veto, porém, para não arcar com o ônus o presidente precisará articular sua base para que a decisão não seja derrubada na Câmara posteriormente.

Autores do pedido de impeachment de Dilma, a advogada Janaina Paschoal e o jurista Miguel Reale engrossam a pressão sobre Temer. “Afirmo de maneira categórica que se esse projeto de anistia tiver andamento no Congresso e for sancionado pelo presidente, isso será uma situação inequívoca de quebra de decoro”, disse Janaina. Na semana passada, a advogada usou o Twitter para cobrar a demissão de Geddel.

Reale, por sua vez, avalia que ainda não há fato concreto para que se peça o impeachment de Temer, mas vê condescendência com a articulação pela anistia ao caixa 2. “Há um imenso desgaste. O problema não é só sancionar (a anistia ao caixa 2), mas dar sinal verde para as tratativas. As notícias indicam que ele não vetaria. Até agora, Temer não negou isso”, disse Reale.

PSDB

Os juristas e os grupos de rua também estão afinados na crítica aos partidos que apoiaram o impeachment, em especial o PSDB. “Alguns líderes do partido estão mudos. Vários membros estão indicados como envolvidos”, disse Reale.

“A posição do PSDB é lamentável. Será que querem assumir a Presidência em 2018 depois disso?”, questionou Chequer, ampliando as críticas.

Agencia Estado



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